quinta-feira, 11 de abril de 2013

O PROVAVEL PROCESSO DE MIGRAÇÃO DE 450 MHZ PARA 380 MHZ NO RIO DE JANEIRO




Os eventos estão se aproximando e tudo indica, será implementada a solução técnica mais provável para adequar a rede radio digital (TETRA), no atual cenário econômico. A solução será a manutenção no jogo, da atual empresa fornecedora da maior parte do ativo de tecnologia TETRA no Rio de Janeiro. Obviamente, tal decisão, visa atender aos interesses estratégicos de quem detém o poder de resposta inicial e final (ação unilateral) na política de radiocomunicações. Os atuais gestores devem estar interpretando que a permanência do modelo tecnológico em curso, para atender as demandas das radiocomunicações dos grandes eventos, será uma opção mais lucrativa, ou melhor, a mais adequada dentro da visão de negócio. Provavelmente será adotada a solução de "modificar" os terminais da atual tecnologia de radiocomunicações, para atender as novas regras da ANATEL - migração de 450 MHz para 380 MHz. Certamente, será adotado um processo de "engatilhamento consentido" dos terminais TETRA de 450 MHz, ou seja, como não teremos tempo hábil para substituir os terminais e a infraestrutura (TETRA 450 MHz), por culpa da ANATEL só informou a nova regra em 2006 e confirmou em 2009. A solução mais "lógica" será aplicar o velho "jeitinho brasileiro", reciclando os rádios que mesmo com mais de 6 (seis) anos de uso, ainda permanecem ativos (aos trancos e barrancos). No entanto, existem alguns detalhes que convém ser analisados - até como modelo de um futuro estudo de caso para outras instituições que acreditem que este recurso será a solução ideal, serão cambiadas as placas de circuito de todos os terminais móveis e fixos para transforma-los de 450 MHz para 380 MHz, mas, com nem tudo são flores, serão mantidos os demais componentes que já estão em uso a 6 (seis) anos, por exemplo: display, circuitos de áudio, microfone, caixas acústicas, sistema irradiante, cabos de alimentação, fontes das estações fixas, etc. estes detalhes irrelevantes, até podem elevar o custo de manutenção dos terminais e/ou gerar defeitos, mas, com certeza, esta possibilidade , será prevista nos termos do NOVO CONTRATO DE GARANTIA, pois o dinheiro publico não pode ser desperdiçando como ocorreu no PAN2007 (ainda em processo de investigação). A empresa responsável, pela manutenção, nos moldes atuais, da qualidade do novo serviço (substituição do circuito de RF), irá bancar a garantia total dos rádios, incluindo-se as partes antigas (componentes eletrônicos e acessórios). 
Quanto ao processo de migração da infraestrutura, em tese, será uma ação menos impactante, desde que toda a infraestrutura seja renovada. Pois, como em qualquer procedimento desta natureza, a migração será, ou deveria ser, gradativa. Liga-se um terminal em 380 MHz e desliga-se o outro terminal em 450 MHZ. 
Pelo conhecimento que tenho da capacidade técnica dos atuais gestores da politica de radiocomunicações do Rio de janeiro, tenho certeza que na "horizonte de eventos" que nos aguarda, estas decisões estratégicas terão os resultados esperados, principalmente, porque as pessoas responsáveis por estas manobras são plenamente capazes de atingirem os resultados que serão atingidos.

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Exército e a Segurança Pública pressionam por fatia dos 700 MHz




fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=33355&sid=17#.UWWXlBMCWXg.blogger

Reconhecemos a importância dos serviços privados, mas a segurança do cidadão também tem relevância. O pleito do Exército é de que 20 MHz sejam destinados à segurança, ainda que não para usos exclusivo. Podemos inaugurara uma administração compartilhada em alguns estados", defendeu o General Antonio dos Santos Guerra, comandante do Centro de Comunicações e de Guerra Eletrônica do Exército.

Este conceito de priorizar a segurança do cidadão é uma visão de profissionais que estão comprometidos com o dever de garantir o melhor atendimento a sociedade, enfrentando o interesse econômico e politico de alguns servidores públicos mal intencionados e/ou incompetentes  que interpretam as normas e regulamentos  de forma equivocada e/ou para se locupletar.

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