quarta-feira, 21 de novembro de 2012

ANATEL anuncia revisão da Resolução 558 ANATEL “Canalização UHF 450 MHz a 470 MHz”

Revisão da Resolução 558 Anatel



(caixa de Pandora)

Anatel Anuncia revisão da Resolução 558 Anatel “Canalização UHF 450 MHz a 470 MHz”

O Instituto Avanzi, recebeu oficialmente comunicado da Anatel, em resposta ao Ofício encaminhado em 21/05/2012, o qual solicitava a revisão da resolução 558, no tocante a canalização simplex de UHF faixa de 450 MHz a 470 MHz.
“Em nosso ofício, salientamos que o Serviço Limitado Privado – 019 é de fundamental importância para todos os setores da economia, especialmente o primário composto pelas indústrias”. (instituto Avanzi)
"Argumentamos também que os canais em questão são de fundamental importância para o próprio Estado, especialmente no que tange a Segurança Pública, Saúde (SAMU), dentre outros serviços de relevante importância a sociedade".(instituto Avanzi)
É tempo da comunidade de provedores e usuários, de serviços de radiocomunicação se organizar, para garantir que o serviço preserve o mínimo de canais para atendimento do público usuário.
Compartilhamos as informações aqui prestadas solicitando que repliquem para todos envolvidos com essa causa. Críticas e sugestões podem ser enviadas diretamente a Anatel pelo e-mail: biblioteca@anatel.gov.br

domingo, 7 de outubro de 2012



Reino Unido se diz pronto para vetar fusão da EADS com BAE


Fonte: G1




Ministro da Defesa da Grã Bretanha, Philip Hammond, discursa durante conferência do Partido Conservador em Birmingham, na Inglaterra. 07/10/2012 REUTERS/Toby Melville (reuters_tickers)
BIRMINGHAM, Inglaterra, 7 Out (Reuters) - O Reino Unido vai vetar a proposta da fusão de 45 bilhões de dólares entre EADS e BAE Systems se as companhias não atenderem às exigências básicas, declarou neste domingo o ministro da Defesa, Philip Hammond, três dias antes do prazo final para os detalhes do acordo virem a público.
Divergências quanto à superfusão ficaram visíveis nos últimos dias, tendo em visa que França, Reino Unido e Alemanha discutem o papel de cada país no que seria o maior grupo aeroespacial e armamentista do mundo.
"Queremos ver esta companhia (...) prosperando como um negócio comercial, fazendo as coisas certas, e não subjulgada ou controlada por qualquer que seja o governo", disse Hammond à rádio BBC.
"Não é necessário não ter interesses dos governos francês e alemão na companhia. É necessário reduzir essas participações para um nível abaixo do que permite controlar ou escolher a maneira como opera", afirmou.
EADS e BAE anunciaram no mês passado planos de fazer uma fusão, mas os esforços das companhias se viram prejudicados pelas divergências entre França e Alemanha sobre o controle dela. Na Alemanha, além disso, existe a preocupação de cortes de emprego.
"Deixamos muito claro que temos ressalvas quanto à fusão e que, se EADS e BASE não acabarem com elas, vamos usar nossa participação especial para vetar o negócio", disse o ministro em referência à "golden share" na BAE, que dá o direito de bloquear uma transação.
O Reino Unido levará em conta, na hora de julgar o acordo, se ele considera a segurança do país e os empregos, acrescentou o político.
A EADS é controlada por uma aliança entre o Estado francês e a francesa Lagardère e a alemã Daimler. Os três têm juntos 45 por cento.
A frança quer manter a participação, mas não exigirá uma maior, enquanto a Alemanha quer o mesmo poder que os franceses na companhia.
Autoridades regulatórias deram quarta- feira como prazo o detalhamento da fusão, que mexe com os interesses em segurança nos dois lados do Atlântico.

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